sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Dois do um

Dois de janeiro sempre é um dia estranho para mim. Nessa data perdi meu pai, de um jeito bem complicado. Aprendi com o passar do tempo a não ficar de choramingos, porque a vida é assim mesmo e é inevitável, além disso tudo uma hora tem que passar.

O "legal" disso tudo é estar vivo e aprendendo, remando,  vivendo. Pois como diz a música... é cadáver sobre cadáver.


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